Fazer uma pescaria em Miguelópolis é encontrar:
Todas as emoções de uma boa pescaria em um só lugar !

O Rei de Miguelópolis


PESCARIA EM MIGUELÓPOLIS

Visite a cidade turística de MIGUELÓPOLIS e se surpreenda com as belezas de uma típica cidade do interior de São Paulo às margens do Rio Grande, local ideal para a pesca esportiva do Tucunaré, passeios com barco, lancha e jet ski.

A cidade de Miguelópolis que está localizada a 444 km da capital São Paulo é uma ótima opção de para quem quer pescar tucunarés no Rio Grande.

O rio, depois de represado, tornou-se famoso entre os pescadores, para a captura de tucunarés amarelos (Cichla kelberi) e azuis (Cichla piquiti), com o destaque para o tamanho dos exemplares, que, no caso dos azuis, podem passar de 5 kg.

Para pescar no local, o primeiro passo é contratar um guia experiente, que conheça a represa, pois existe uma infinidade de troncos e tocos submersos que são invisíveis durante a navegação e podem causar um grave acidente em caso de colisão.

O segundo passo: ao montar a traia, levar uma grande variedade de iscas artificiais, pois o comportamento dos tucunarés, variam muito de acordo com os fatores ambientais e a época do ano.

Os plugs de meia água, pequenos, de coloração refletiva com tons de rosa são os que dão melhores resultados. Jigs de penacho de 10 a 15g também são uma boa escolha quando o peixe não está subindo.

De setembro a Dezembro é a melhor época para se fisgar os gigantes azuis. Vale ressaltar que nesse período, muitos peixes estão acasalados, portanto é fundamental que o pescador os manuseie e os soltem rapidamente, no mesmo local da captura, para que voltem para o ninho e protejam seus filhotes.

De janeiro a setembro podemos fazer boas pescarias em áreas com arvores e troncos submersos que formam locais conhecidos como “paliteiros”.

Os tucunarés azuis ficam preferencialmente nas ilhas submersas que são áreas mais rasas no meio do rio e em partes fundas das margens. Portanto, quando pescamos nas margens, os arremessos devem ser voltados para o meio do rio.

Em dias mais quentes, podemos encontrá-los nas razeiras das margens e pescá-los “no visual”.

Já os tucunarés amarelos, até podem ser capturados nas ilhas submersas, porém um local infalível são as grotas que tenham vegetação de aguapé.

O local tem potencial para ser um dos melhores do Brasil para a pesca dos gigantes azuis, porém a matança de peixes é constante e não há qualquer tipo de fiscalização efetiva, que fez com que nos últimos tempos, a quantidade de exemplares encontrados diminuísse drasticamente.

Mesmo assim, o Rio Grande continua belo e pode proporcionar grandes pescarias, nos surpreendendo com o tamanho dos peixes que podem ser capturados!


A IMPORTANCIA DA PESCA ESPORTIVA OU PESQUE E SOLTE

A filosofia do Pesque e Solte está no ato de pescar o peixe, admirá-lo, fotografá-lo e devolve-lo à água em perfeitas condições de sobrevivência. Assim contribuindo para a reprodução da espécie e a continuidade da Pesca Esportiva.

Para quem já pratica Pesca Esportiva, não é novidade alguma o que iremos abordar neste artigo, mas para quem ainda não pratica este conceito, e encontra dificuldades para entender a filosofia de um pescador esportivo, este artigo pode ser uma oportunidade para os amigos que ainda não praticam o Pesque e Solte para entender este conceito e refletir sobre o assunto.

O Pesque e Solte ou Pesca Esportiva funciona da mesma forma que a pesca normal, porem sem a necessidade de abater os peixes fisgados. O principal objetivo é a pratica do esporte, a emoção da fisgada da briga com o bitelo, mas os peixes só vão para casa nas imagens e vídeos.


Dizer que o pescador esportivo tem que devolver todos os peixes que fisga e não deve consumir nenhum seria radicalismo de qualquer pessoa. O pescador deve sim comer o peixe fisgado, porem a quantidade a ser abatida deve ser apenas para consumo imediato para ele e sua família, sem exageros e desperdícios.

Praticando esta ideia podemos ajudar cada dia mais a sobrevivência dos peixes em nossos rios, represas e lagos e o Pescador Esportivo será sempre visto como um aliado ao meio ambiente e não como um predador.

Se antigamente 100% dos peixes pescados eram abatidos, hoje com a Pesca Esportiva temos uma grande parte dos peixes com a sua sobrevivência garantida graças ao pescador esportivo que deixou de abater um exemplar e ao devolver o mesmo à água garantiu a reprodução e multiplicação do mesmo.

È um conceito fascinante entendido pela seguinte forma:
Pescar 100, comer 10, soltar 90 se 10 morrerem pelo manuseio seja por falta de cuidados com o peixe ou mau uso das tralhas, ainda teremos 80 peixes seguindo seu ciclo de vida e reprodução na natureza. E 80 é bem melhor que 0 amigos.

Um ótimo e inteligente conceito a ser seguido.
Se pensarmos desta forma haverá peixes para a nossa diversão a de nossos filhos, netos e gerações futuras amigos.

A ideia não é radicalizar e soltar tudo o que se pesca, mas pescar com consciência pensando em um futuro melhor para todos. O ideal é multiplicar este conceito da pesca esportiva para que todos possamos ajudar para um futuro ainda melhor.

www.pescadoresdeplantao.com



Ás margens do Rio Grande em São Paulo, Miguelópolis se tornou um polo turístico para prática da pesca esportiva


Ranchos do Wagnão

A morada do Tucunaré em Miguelópolis
Os Ranchos do Wagnão são sem sombra de dúvida os melhores lugares, tratando-se de ranchos em Miguelópolis.
Os Ranchos do Wagnão em Miguelópolis são equipados com toda a infraestrutura para oferecer o melhor em hospedagem, pesca e lazer.
Para a pesca esportiva do Tucunaré, passeios com barco, lancha e jet ski, os Ranchos do Wagnão são os locais ideais no fabuloso Rio Grande em Miguelópolis, São Paulo.



O melhor lugar de Miguelópolis


A boa pescaria em Miguelópolis.

VIVAM AS EMOÇÕES DE UMA PESCARIA EM MIGUELÓPOLIS

MUITOS TUCUNARÉS NO RIO GRANDE EM MIGUELÓPOLIS 


TUCUNARÉ AMARELO:

O “tucunaré amarelo” é nativo da bacia amazônica, e foi introduzido em muitos outros rios, represas hidroelétricas, e hoje existe em grande parte do Brasil, concentrando-se em locais onde pode se esconder da presa, tais como galhadas, troncos, vegetação, drop-offs, pedreiras etc.
O tucunaré amarelo tem resistência e adaptabilidade muito maior que a do tucunaré azul em águas mais frias e maior índice de sobrevivência na procriação, além de se adaptar muito bem em áreas menos oxigenadas e águas turvas, justamente o oposto de seu parente azulado. Não costuma realizar grandes migrações e se concentra em cardumes numerosos preferindo sempre a proximidade das margens, vegetações ou troncos, mesmo que eventualmente em locais mais fundos, muitas vezes até sendo residente. 

O consumo médio diário de alimento do tucunaré amarelo é de 2,23% de seu peso corporal, é um valor baixo em relação a outros peixes tropicais, indicando que a espécie come relativamente pouco. 
Existem mudanças na alimentação ao longo da vida em conseqüência de modificações ontogenéticas do peixe, tem o hábito dominante de comer peixes, contudo quando bem jovens por volta dos 8cm, comem praticamente só insetos, invertebrados aquáticos e vermes, passando a comer quase que predominantemente peixes no ciclo adulto. Podem comer peixes com até 45% de seu tamanho.

Na natureza geralmente começam a desovar na seca (setembro) e continuam até o final do período chuvoso (janeiro), o C. monoculus é um dos mais prolíficos dentre os Cichla, senão o mais. Com cerca de 1 a 1 ano e meio atingem a maturidade sexual, os pais cuidam da prole rigorosamente, o macho na época da reprodução desenvolve um “calombo” em sua cabeça, que na verdade é uma reserva de gordura, já que este praticamente não come quando esta protegendo a prole, eles fazem seus ninhos geralmente com pedras, a mãe fica mais com os filhotes, e o macho patrulha em um raio próximo, espantando os intrusos.
Os tucunarés vivem em grupos (quando os peixes são pequenos, os cardumes são muito grandes. Ao atingirem um tamanho médio, o número passa a ser da ordem de 25 exemplares. Já adultos, em fase de acasalamento ou não, andam sozinhos ou em pares.), muitas vezes se juntam, fecham um pequeno cardume de presas, e os encurralam na beirada do rio e assim se fartam destes.


A PESCARIA NO RIO GRANDE EM MIGUELÓPOLIS É PURA EMOÇÃO


Tucunaré azul:

Nome científico: Cichla orinocensis

Água doce ou salgada: Doce

Família: Cichlidae


Características: O tucunaré é um peixe de escamas que faz parte de um dos maiores grupos de peixes de água doce do mundo. Só para ter uma idéia, na América do Sul, a família cichlidae conta com cerca de 290 espécies, o que representa cerca de 6 a 10 % da ictiofauna de água doce deste continente.

No Brasil, existem pelo menos 12 espécies de tucunarés, sendo cinco descritas. O colorido, a forma e o número de manchas variam bastante de espécie para espécie; porém, todos os tucunarés apresentam uma mancha redonda, chamada de ocelo, no pedúnculo caudal.

O tucunaré-azul atinge peso superior a cinco quilos e seu comprimento pode ultrapassar os 80 cm; tem o corpo um pouco comprimido, alto e alongado e cabeça e boca grandes.

Na primeira parte da nadadeira dorsal, espinhosa, existe uma progressão em comprimento até o quinto espinho; depois ocorre um decréscimo até atingir o bordo da dorsal ramosa. Essa região atinge tamanho maior em altura que a parte espinhosa. Pode ser identificada pela presença de três ou mais espinhos duros na porção anterior da nadadeira anal e linha lateral, que é completa nos peixes jovens e geralmente interrompida nos adultos, formando dois ramos.

Hábitos: Possui um hábito alimentar que varia ao longo de sua vida. Nos primeiros 30 dias de vida, as larvas se alimentam de plâncton. A partir do segundo mês, começam a ingerir larvas de insetos. Quando os alevinos chegam ao terceiro mês, já se alimentam de pequenos peixinhos e camarões. A partir do quinto ou sexto mês, se alimentam exclusivamente de peixes vivos.

Essencialmente carnívoro, apenas animais vivos fazem parte de sua dieta: vermes, insetos, pitus, peixinhos, pequenos animais, minhocas, larvas de mosquitos e moscas, rãs, entre outros. Costuma ser insistente ao perseguir sua presa, parando apenas quando consegue capturá-las, ao contrário de outros predadores que desistem após a primeira ou segunda tentativa malsucedida.

A espécie é territorialista, defendendo certo espaço onde se alimenta e se reproduz. São evolutivamente avançados, com padrões comportamentais muito complexos. 

Ovíparos, na época da desova, os tucunarés-azuis se acasalam e é comum que os machos apresentem uma protuberância de cor vermelha ou mais escura entre a cabeça e a nadadeira dorsal, semelhante ao cupim de um touro. Essa saliência que desaparece logo após a fêmea desovar é pouco perceptível no princípio e vai se avolumando até atingir a altura de um quarto do comprimento da cabeça. 

Cada fêmea pode ovular duas ou mais vezes durante o período de reprodução, sendo que pouco antes da desova, o casal procura uma superfície dura e resistente, como pedras.

Depois de limpa a superfície, a fêmea coloca os ovos, que imediatamente são fecundados. A eclosão ocorre de três a quatro dias depois. Ovos e filhotes em fase inicial de desenvolvimento podem ser guardados na boca dos pais, que podem passar vários dias sem se alimentar. 

Curiosidades: Na língua indígena, tucunaré significa “olho na cauda”; seu nome tem origem, portanto, no ocelo presente no pedúnculo caudal.

Antes do acasalamento, o macho costuma limpar cuidadosamente o local escolhido para a desova, com o auxílio da boca e de suas nadadeiras. Quando as larvas nascem, os pais possuem cuidados parentais, fazendo ninhos e cuidando dos filhotes, comportamento incomum entre outras espécies. 



Onde Encontrar: O tucunaré-azul é uma espécie sedentária, que não realiza migrações, e vive em lagos, lagoas e na boca e beira dos rios. Durante a cheia, é comum encontrá-los na mata inundada. 

Originário das Bacias Amazônica e Araguaia-Tocantins, foi introduzido nos reservatórios da Bacia do Prata, em algumas áreas do Pantanal, no Rio São Francisco e nos açudes do Nordeste.

Prefere águas mais quentes, com temperaturas entre 24 a 28 graus, mais claras, até águas amareladas, ricas em material orgânico, mas rejeitam águas avermelhadas ou excessivamente turvas.

Os exemplares se concentram em locais onde pode se esconder da presa, tais como galhadas, troncos, vegetação e pedreiras. Muitas vezes buscam águas mais oxigenadas próximas a pedras e locais abertos com passagem de água corrente. 

Uma das características marcantes do peixe é a de habitar estruturas diferentes de acordo com a época do ano, dificultando a sua prospecção. No sudeste, onde foi introduzido, de acordo com as características da represa, tem hábitos peculiares, além de crescimento variável conforme a represa e comportamento definido em função da temperatura e nível da água. 

São peixes diurnos e o tamanho mínimo liberado para sua captura é de 35 cm.

Dicas para pescá-lo: Em torneios ou dias em que o peixe está mais manhoso, trabalhar a isca mais rápido pode render bons resultados porque força o peixe a tomar uma decisão instintiva: atacar o plug para garantir a refeição.


Corvina de Água Doce

Espécie muito apreciada na culinária sendo dona de uma carne branca e suave. A Corvina de água doce (nome cientifico Plogioscion spp) é da família Sciaenidade (principalmente marinha) e também é conhecida como Cruvina, Pescada-Branca e Pescada-do-Piauí.
Originaria da Bacia Amazônica e Araguaia-Tocantins ela foi introduzida em outras regiões e hoje pode ser encontrada em praticamente todo o país.
Seu corpo é alto e comprido, dotado de escamas, de cor predominantemente prata e possuindo boca relativamente grande com pequenos dentes.
A Corvina de água doce pode chegar a medir 70 cm e pesar mais de 6 kg. Atenção, o tamanho mínimo necessário para embarcar o exemplar é de 25 cm.
Alimenta-se de pequenos peixes, camarões e até insetos, podendo ser um deles o principal, dependendo da oferta no local. Baseado nisso é que definimos suas técnicas de pesca e as principais iscas utilizadas.
Não é um peixe de piracema. A corvina se reproduz o ano todo com picos de desova em setembro e outubro e pode ser pescada em qualquer época, até no frio ela ataca bem a isca podendo ser uma das suas opções de pesca para o inverno. Os meses de maior atividade são janeiro e fevereiro.
Por ser uma espécie de fundo e de meia água, ela procura regiões mais profundas dos canais ou poços e anda sempre em grandes cardumes na coluna de água. É ai que o pescador precisa focar seus esforços e quanto mais fundo mais provável fisgar os maiores peixes.

Pescaria

As Corvinas costumam atacar mais no inicio e no final do dia mas é de tardezinha o melhor horário para fisgar as maiores. A noite também é um bom horário, e uma técnica para atraí-las é colocar um foco de luz sobre a água (normalmente um lampião) atraindo insetos que caíram na água e consequentemente atraindo o cardume. A pescaria noturna com luz também rende bons resultados na pesca de barranco. Uma boa distância para colocar seu lampião é entre três e seis metros da margem.
Iscas naturais que fazem parte da sua alimentação, como lambaris e camarões são ideai. Para fisgar os maiores exemplares você terá que apostar nas tuviras.
Caso queira utilizar isca artificial o Jumping Jig deve ser sua escolha. É importante se atentar para o trabalho da isca, que é essencial tanto para a artificial quanto para as naturais. Esse trabalho consiste em movimentos para cima e para baixo chamando a atenção do peixe. O movimento deve ser mantido mesmo se a isca estiver viva.
Como a Corvina ataca a isca normalmente pela cabeça é importante iscar a lambari pelo nariz, pois além de garantir ainda mais a fisgada a isca fica vivapor mais tempo. Uma boa dica é deixar uma segunda vara com tuviraarmada, assim você pesca as menores e não perde a chance de fisgar um exemplar maior visto que as menores não costumam atacar as tuviras.
O equipamento para pescar a Corvina deve ser leve podendo utilizar molinete, carretilha ou até linha de mão. A linha pode ser de 0,35 mm e anzol de 2/0 a 6/0 com chumbada normalmente do tipo oliva. O peso dessa última varia de acordo com o local considerando correnteza e profundidade. Atenção para ter linha suficiente para atender a profundidade necessária.
Outra tática para pescar a Corvina é o local. Como o cardume não ficasempre em um ponto na linha d’água, você terá que procurar sua profundidade. Normalmente ele fica um pouco acima, cerca de 25 cm, do fundo, então você pode fazer um chicote com a chumbada na ponta da linha e o anzol um pouco acima.
Você pode também colocar o anzol na ponta da linha com a chumbada acima e assim que ela bater no fundo, recolher um pouco de linha. O critério é seu, porém não se esqueça de testar a isca em várias profundidades até encontrar o ponto certo, e então você pode marcar a linha no local quando atingir a profundidade adequada.
Quando sua pesca for em rios com correnteza preste atenção se sua linha não está sendo levada para outro local e assim não chegue ao cardume. Caso isso ocorra, troque sua chumbada por uma mais pesada.
Como a Corvina fica em cardumes, se você testou todos os locais e profundidades ao seu redor e não encontrou nada, mude de lugar. Normalmente fica-se entre 15 e 25 minutos por ponto mal sucedido.
Algumas pessoas afirmam que é bom fazer uma ceva pra corvina. Essa ceva seria com sal de gado ou misturando o mesmo com areia e cimento, formando uma pedra. Depois de pronta deverá ser solta no local de pesca alguns dias antes atraindo o cardume.
Cuidado depois de fisgada, pois ao trazer ela para a superfície a descompressão por conta da profundidade pode mata-la rapidamente. Portanto se o foco é a pesca esportiva, depois da fisgada, traga ela lentamente.
Para embarcar as Corvinas, o ideal é levar caixa com gelo, pois sua carne é sensível deteriorando em poucas horas.

MUITO PEIXE NA PESCARIA EM MIGUELÓPOLIS

PESCANDO COM LAMBARI


A isca mais usada sem dúvida é o lambari, encontrado com certa facilidade nas lojas de pesca, este pequeno peixe é sem duvida nenhuma uma das melhores iscas para se capturar o tucunaré; a tuvira e tilápinha também servem como iscas vivas.

A maneira mais usada é iscando umas destas iscas em um anzol modelo wide gape ou maruseigo nº 1 ou 2/0 juntamente com um líder que pode variar entre 0,40 a 0,50mm. de espessura.

Para pescar de fundo, pode ser utilizada uma pequena chumbada; mas pode deixar o lambari nadar solto sem chumbo.

Outra opção é a utilização de uma bóia onde se mantem o lambari mais perto da superfície.

Dependendo da situação é válido também arremessar o lambari vivo ou morto e vim recolhendo bem devagar, costuma funcionar.

 

EQUIPAMENTO PARA PESCA DO TUCUNARÉ       

PESCARIA EM MIGUELÓPOLIS NO RIO GRANDE - SÓ EMOÇÃO


O equipamento para a pesca do tucunaré deve estar perfeitamente adequado para a pescaria que iremos realizar. A vara, a carretilha, a linha, a isca, o snap, argolas e garatéias devem estar em harmonia para formar um conjunto equilibrado e perfeito para não causar frustrações para o pescador.

Além disso, evidentemente, o cuidado de não arremessar em áreas demasiadamente cheias de enroscos evita contratempos desnecessários. Existem locais onde com certeza o tucunaré pode estar, mas que as chances de se retirá-lo são praticamente nulas. Nesse caso, utilizar o bom senso para evitar o rompimento indesejado da linha e a perda da isca artificial é a regra.

Podemos dividir o equipamento específico para a pesca do tucunaré de acordo com a região que iremos fazer a pescaria. Essa divisão se deve principalmente pelo porte dos tucunarés que podem ser capturados e devem exigir um equipamento mais ou menos reforçado.

Lembre-se que essa sugestão de equipamentos do autor não é uma regra básica, mas decorre da sua experiência na pesca dos tucunarés e é estimada para dar tranquilidade para o pescador na maior parte da pescaria.

Tomar cuidados básicos como verificar se a linha está puída após passar por um enrosco, calibrar bem a fricção da carretilha ou molinete e verificar sempre o estado dos snaps, argolas e garatéias são atitudes que devem ser corriqueiras e interferem no resultado final. [pgm 350 mais]

Outra sugestão é utilizar um leader e colar a linha no leader, com comprimento grande, tipo 3 a 5 metros. Além de ser uma garantia a mais na luta contra o peixe, nos primeiros metros, quando a linha for se desgastando podemos cortá-la e continuar utilizando o leader normalmente, facilitando também no arremesso, pois não faz tanto atrito nos passadores e distribuidor da carretilha como o nó.

REGIÃO SUDESTE/SUL

Compreende o equipamento adequado para a pescaria do tucunaré nas represas do rio Grande e rio Paraná, além de outras da bacia do rio Tietê e outros rios mineiros, paulistas, cariocas e do sul.

VARAS DE PESCA
– Ação tipo rápida ou extra-rápida
– Resistência entre 16, 17 ou 20 libras
– Tamanho entre 5´6″ a 6´
– Arremesso de isca entre ¼ a ¾ oz ou 7 a 21 gramas
– Leve e firme
– Cabo de 16 a 18 cm.

PESCARIA EM MIGUELÓPOLIS


Gostei tanto da pescaria em Miguelópolis que resolvi dar o meu depoimento, pois acho que o que é muito bom deve ser divulgado.

Já participei de várias pescarias, mas na primeira vez que participei de uma pescaria em Miguelópolis lá na Pousada do Pescador, eu que gosto de pescar e adoro pescar Tucunaré, gostei muito.

Muitos pescaram, mas com a sorte e a experiência de muitos anos, peguei seis lindos exemplares em sequência, um atraz do outro. O pessoal ficou de boca aberta e começou a me chamar de Rei de Miguelópolis. Mas eu sempre digo: em uma pescaria em Miguelópolis, devido a abundancia e diversidade de espécies, qualquer um consegue a mesma proeza. É importante enfatizar que todos os exemplares  que pesquei foram devolvidos sãos e salvos ao rio, afinal, sou um ferrenho adépto da pesca esportiva e defensor da preservação da natureza.

Na segunda vez a pescaria em Miguelópolis foi muito mais interessante.

Logo que chegamos lá na Pousada do Pescador o pessoal já foi perguntando se eu iria repetir a proeza da vez passada.

Respondi, que não, que não seriam só seis exemplares de Tucunaré, mas seriam oito exemplares.

Ai já dá para imaginar os comentários; uns diziam que acreditavam que eu conseguiria e outros, que não.

No fim das contas não só consegui os oito belos exemplares prometidos, mas fui além, consegui pegar nove belos exemplares de Tucurarés, um atraz do outro, Foi uma experiência inesquecível pegar cada um deles, mas confesso que um deu muito trabalho . Novamente enfatizo que todos os exemplares  que pesquei foram devolvidos sãos e salvos ao rio, afinal, sou um ferrenho adépto da pesca esportiva e defensor da preservação da natureza.
 
Em uma pescaria em Miguelópolis, na Pousada do Pescador, seguindo as orientações dos guias de pesca, qualquer um pode se tornar também o Rei de Miguelópolis.

- Miguel

FAÇA UMA PESCARIA EMOCIONANTE NO RIO GRANDE !

Pescaria em Miguelópolis e outras pescarias
Grandes Tucunarés na pescaria em Miguelópolis


PESCARIA EM MIGUELÓPOLIS

O Paraíso do Tucunaré

A Pousada do Pescador em Miguelópolis

A Pousada do Pescador é um capitulo a parte quando se fala em Pescaria em Miguelópolis.

É mesmo uma pousada agradável que oferece sem sombra de dúvida uma hospedagem muito aconchegante ao seus hospedes.

Os turistas são tratados com muito respeito e profissionalismo. Esse tratamento diferenciado que os turistas recebem é o que realmente faz a diferença na Pousada do Pescador.

O rio Grande oferece uma grande variedade e abundancia de peixes, mas os guias de pesca (pilotos dos barcos) da Pousada do Pescador são treinados para levar os pescadores no melhor ponto de pesca.

Esses profissionais dão assistência e orientação, tanto para os novatos, quanto para os pescadores mais experientes.



Quem vai a uma pescaria em Miguelópolis uma vez sempre quer voltar !





POUSADA DO PESCADOR EM MIGUELÓPOLIS

História da Pousada do Pescador


A Pousada do Pescador e Marina (guarda barcos) é uma empresa atuante no mercado há mais de 02 décadas, sendo a pioneira nesta região. Localizada às margens do Rio Grande, no município de Miguelópolis/SP, tem uma privilegiada flora e fauna, que faz de sua pescaria uma grande aventura numa natureza pra lá de conquistadora.


A Pousada do Pescador iniciou suas atividades em meados do ano de 1992, sendo hoje referência Nacional no mundo da Pesca... 


Ela oferece aos seus clientes uma estrutura completa para sua pescaria, barcos, motor elétrico, motor de popa, iscas e piloteiros experientes e treinados para lhe proporcionar o que há de melhor. 


Ao longo desses anos, muitos clientes e amigos colaboraram para que esse sonho tornasse realidade, fazendo desse empreendimento uma grande FAMÍLIA. 


Dona Sonia começou com apenas 1 barco e 1 apartamento, e hoje tem uma grande estrutura.


A Pousada do Pescador possui restaurante, apartamentos, barcos, lanchas, guarda barcos, enfim você precisa apenas levar sua tralha.  




Município de Miguelópolis 


O município foi povoado por volta de 1325, provavelmente pelos índios caiapós segundo indícios (potes, pedras polidas, cerâmicas e utensílios). Com a decadência do ouro em Minas Gerais muitos pecuaristas da Serra da Mantiqueira se dirigiram para as regiões Norte e Nordeste do Estado de São Paulo, buscando novas riquezas. Mais tarde começam a surgir os primeiros imigrantes: italianos, portugueses e espanhóis (posteriormente a cidade receberia outros imigrantes tais como libaneses, japoneses e escravos africanos); ligados à construção da estrada ferroviária que ligou o Norte ao Centro do estado de São Paulo.

No ano de 1710 surge a vila de São Miguel de Arcanjo. O nome do município foi dado pelos fazendeiros Jacinto Felizardo Barbosa e Capitão Hilário Alves de Freitas, os quais doaram terras para a formação do Patrimônio, em que foi feita uma capela a São Miguel Arcanjo. São Miguel Arcanjo é desde então o padroeiro da vila. No dia 29 de setembro comemora-se o dia do Santo. Em 1927 chegou a Distrito de Paz; entretanto havia outra cidade com o nome de São Miguel de Arcanjo, outro nome foi indicado: Miguelópolis (Miguel - nome do padroeiro e polis - do grego cidade). O aniversário do município é comemorado no dia 14 de janeiro.

Miguelópolis recebeu status de município pelo decreto-lei estadual nº 14334 de 30 de novembro de 1944, com território desmembrado do município de Ituverava.

O município tem como base econômica produtos agrícolas, tais como soja, cana-de-açúcar, milho, feijão e sorgo. Atualmente se concentra também o cultivo da cana de açúcar, pois com terras com solo muito fértil e a implantação das usinas Colorado e Caeté ao redor do município. O turismo também representa grande parte da economia do município, tendo como principal foco o Rio Grande.


Visite a cidade turística de MIGUELÓPOLIS e se surpreenda com as belezas de uma típica cidade do interior de São Paulo às margens do Rio Grande, local ideal para a pesca esportiva do Tucunaré, passeios com barco, lancha e jet ski.




Comentários
POUSADA DO PESCADOR

A Pousada do Pescador é um capitulo a parte quando se fala em Pescaria em Miguelópolis.

É mesmo uma pousada agradável que oferece sem sombra de dúvida uma hospedagem muito aconchegante ao seus hospedes.

Os turistas são tratados com muito respeito e profissionalismo. Esse tratamento diferenciado que os turistas recebem é o que realmente faz a diferença.

O rio Grande oferece uma grande variedade e abundancia de peixes, mas os guias de pesca (pilotos dos barcos) da Pousada do Pescador são treinados para levar os pescadores no melhor ponto de pesca.

Esses profissionais dão assistência e orientação, tanto para os novatos, quanto para os pescadores mais experientes.

Depois da pescaria no belíssimo Rio Grande, lá na Pousada do Pescador, em um ambiente tranquilo, muito arborizado, a conversa com os amigos, o churrasco que cada turma pode fazer, a cerveja e refrigerantes que cada turma pode levar são coisas que não tem preço.

Mas se não quizer levar nada, não tem problema. A pousada do pescador tem um belo restaurante com lanchonete e pizzaria.

Neste ambiente agradável todo mundo conversa com todo mundo, todo mundo brinca com todo mundo. Pescadores que nunca se viram antes, conversam como se fossem velhos amigos. Contam as velhas história de pescarias e trocam experiências de como fisgar aquele grande exemplar de Tucunaré ou falam daquele peixe enorme que escapou. Aquelas diferenças ou qualquer sinal de hostilidade que costuma se ver no dia a dia, ali não existe. São muitas piadas, muitas histórias, muitas gozações que todo mundo faz com todo mundo e todos levam na brincadeira e na maior alegria.

Os pescadores quando se reúnem, independente, da idade, cultura, etnia, religião ou posição social, se tornam numa grande família.

Imaginem só esse ambiente de amizade e camaradagem apoiado pelo atendimento que só a Pousada do Pescador oferece. É mesmo um passeio que vale a pena....
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